SEJAM BEM VINDOS!

Muitas ideias que expressavam sonhos. Muitos ideais que se manifestaram na simples reflexão de ser útil além das funções que exercemos ao menos por um instante. Várias alternativas a nossa frente e muitos obstáculos.

Um dia percebi que deveria ser útil universalmente, pensei e pensei como ascender a esta condição, pois, não possuía nenhum dom especial. No entanto, sou um homem que gosta de escrever. Explorei este caminho, pois as palavras e ideias são muito poderosas e podem servir para inspirar pessoas na sua trajetória vital.

Sou historiador um guardião da memória e pesquisador. Sou poeta de expressões líricas e sociais. Não sei se o que penso é certo ou errado, mas sei que aprendo e ensino dentro de um contexto imperfeito.

Este é meu universo virtual, um lugar de divulgação de minhas humildes e imperfeitas obras literárias e científicas.

domingo, 25 de agosto de 2013

LIVRO NEGRO. O LADO OPOSTO DO AMOR

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ULTRA VIRES SOCIETATIS

Urbi et orbi.

O que se esconde,
Por detrás da reputação de um Conde.
Por que ninguém responde?
Aonde?
Passou o bonde,
Cala-se, exclamou o visconde!

Tudo possui um segredo,
Mas não aponte o dedo.
Se queres levantar amanhã cedo.
Ficou com medo?
Um favor lhe concedo.
Mas viva como um bêbado.

O reflexo da sociedade,
É a sua realidade,
Esta é a prova da verdade,
Que não se mede com moralidade,
Que alimenta uma falsa humanidade,
Que mal reconhece sua própria identidade.

Discursos bonitos e receptíveis,
São incompatíveis,
Com os complexos desníveis,
Entre os atos sensíveis,
E os corruptíveis,
Que passam por nós invisíveis.

Vimos o que fazem,
Percebemos os poucos que reagem,
Apagamos esta imagem,
Recriamos a coragem,
Escrita com o sangue que corre pelo caminho da viagem,
A sociedade é a mão de um ser selvagem.

O predador acordou,
A caça começou,
A preza se rebelou,
E parece que nada mudou,
Pois a população aceitou,
No momento que não mais lutou.

Nova era,
E o que te espera,
O filho revoltado vira fera,
E o liquido vital escorre na terra,
Esta é uma guerra,
Onde o equilíbrio não mais impera.

Da cidade,
A toda humanidade,
Gritos de liberdade,
Soam com outra tonalidade,
Tingida pela vitalidade,
Nos cenários da mortalidade.

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