SEJAM BEM VINDOS!

Muitas ideias que expressavam sonhos. Muitos ideais que se manifestaram na simples reflexão de ser útil além das funções que exercemos ao menos por um instante. Várias alternativas a nossa frente e muitos obstáculos.

Um dia percebi que deveria ser útil universalmente, pensei e pensei como ascender a esta condição, pois, não possuía nenhum dom especial. No entanto, sou um homem que gosta de escrever. Explorei este caminho, pois as palavras e ideias são muito poderosas e podem servir para inspirar pessoas na sua trajetória vital.

Sou historiador um guardião da memória e pesquisador. Sou poeta de expressões líricas e sociais. Não sei se o que penso é certo ou errado, mas sei que aprendo e ensino dentro de um contexto imperfeito.

Este é meu universo virtual, um lugar de divulgação de minhas humildes e imperfeitas obras literárias e científicas.

domingo, 6 de outubro de 2013

Relatos de um tamandareense História do Município de Almirante Tamandaré.

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UM BREVE TRECHO DA OBRA HISTÓRICA...

GEOGRAFIA

Aproveitando este maravilhoso dia agradável. Proporcionado por um fresco verão subtropical úmido mesotérmico, fui andar de mountain bike pelas trilhas entre matas e montanhas que se ostentam maravilhosas na visão de quem aprecia uma paisagem harmoniosa de status de obra prima criada pela Mãe Natureza na contemporânea cidade paranaense de Almirante Tamandaré.
Neste passeio, primeiro resolvi subir no morro central junto a Vila de Santa Terezinha, que a propósito representa um belo cartão postal, apesar das marcas deixadas pela exploração de uns de seus principais minerais que é o saibro. Mas que em um contexto geral, representa bem a ação humana de sobrevivência naquela região, se tornando um marco referencial da potencialidade do município, tanto turístico como de extração mineral industrial.
(Morro do Sr. Pedro Jorge/ Foto – Antonio Kotoviski, janeiro de 2011)


Exausto pela pesada pedala em terreno tão íngreme, descansei em sua parte mais elevada, saboreando a refrescante água bicarbonatada calco-magnesiana[1] que brota do abençoado Aquífero Karst, que corta o subsolo do município. Neste tempo fiquei observando a Vila, mas por um momento, minha atenção espontaneamente se prendeu ao sul, na visão da exuberante selva de pedra que parecia brotar da própria linha do horizonte formada por um conjunto de imponentes edifícios de concreto que demarca o status econômico e político da capital paranaense.
Apesar da bela vista que se tem de Curitiba, as criações do homem, não proporcionavam a mesma beleza e paz que senti. Pois ao vislumbrar a norte, na direção de Rio Branco do Sul e Itaperuçu; a oeste em direção a Campo Magro e a leste onde esta a cidade de Colombo, a presença de um mar-de-montanhas e uma imensa mata de vegetação  típica de florestas subtropicais. Onde  se encontram presentes elementos característicos de florestas tropicais e florestas temperadas, que ocupam áreas de latitude superior aos trópicos, mas com algumas características do clima tropical, ainda com predomínio de alguns restos da Mata de Araucárias misturados a uma gama de espécies vegetais característicos da formação descrita como:  Araucária, Bracatinga, Erva–Mate, Gabiroba, Pitangueira, Cerejeira, Angico, Guajuvira, Ipê Roxo, Ipê Amarelo, Espinheira Santa, Araticum, Pau-de-Andrade, Eugenias, Timoneira,...       



[1]              ÁGUAS DO PARANÁ. Karst. Disponível em: <http://www.suderhsa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=52> Acesso em 25 nov. 2010. 

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