SEJAM BEM VINDOS!

Muitas ideias que expressavam sonhos. Muitos ideais que se manifestaram na simples reflexão de ser útil além das funções que exercemos ao menos por um instante. Várias alternativas a nossa frente e muitos obstáculos.

Um dia percebi que deveria ser útil universalmente, pensei e pensei como ascender a esta condição, pois, não possuía nenhum dom especial. No entanto, sou um homem que gosta de escrever. Explorei este caminho, pois as palavras e ideias são muito poderosas e podem servir para inspirar pessoas na sua trajetória vital.

Sou historiador um guardião da memória e pesquisador. Sou poeta de expressões líricas e sociais. Não sei se o que penso é certo ou errado, mas sei que aprendo e ensino dentro de um contexto imperfeito.

Este é meu universo virtual, um lugar de divulgação de minhas humildes e imperfeitas obras literárias e científicas.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Relatos de um tamandareense. HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE ALMIRANTE TAMANDARÉ

Visite e conheça o livro no site:
Estação Ferroviária de Tranqueira (não existe mais).  

Continuação (Capitulo Geografia)

Bem disposto ao chegar à localidade de Tranqueira, resolvi enfrentar outro trajeto pesado que levasse até a nascente do Rio Barigui localizada na Serra da Betara no encontro com o Arroio Antonio Rosa. Apesar de complicado chegar lá, e com o risco de levar um corridão de algum bicho silvestre, como uma saçurana, já que a nascente se encontra em meio à mata. Fui deslumbrar a rara parte limpa desse rio que serpenteia o município, e que nos períodos das chuvas de verão e outono, costuma trazer prejuízos com suas enchentes ao pessoal que mora em suas proximidades. Mas ele só faz isto, em resposta aos constantes aterros de dolinas, várzeas e ocupações ilegais que acontecem em sua região de várzea.   
Satisfeito em poder presenciar tal maravilha infelizmente com o risco de entrar em processo de desaparecer, resolvi explorar algumas estradas rurais que não conhecia. Pois, são mais de 138 km² de zona rural, cortados por elas. Não surpreso encontrei muitas plantações pelo caminho, e como sempre as plantas bem sadias, desenvolvidas e radiantes. Isto se deve a terra fértil composto em sua maior totalidade por solo de cambissolos, e uma pequena porção é de podzólica vermelho-amarelada[1], e pela boa média pluviométrica de 1400 mm a 1500 mm anual, que permite uma agradável umidade relativa do ar de 80% a 85%.
Já na Rodovia dos Minérios, nas proximidades do Km 22 perto da Água Mineral Timbu. Observei um belo lago, quase atrás do Recanto Ismayr Brandalize. Logo me transcendeu a memória, que aquela paisagem foi fotografada de forma artística, a ponto de em 11 de abril de 1987, esta foto ser utilizada para ilustrar a Capa do Talão de Cheque do Banco Banestado. O qual na época foi um motivo de enorme satisfação para o povo do município, com advento de formalidades de lançamento do talão na própria agência do Banestado do município, envolvendo sua autoridade executiva máxima (Ariel Adalberto Buzato), que recebeu o primeiro talonário[2]. (continua...)  



[1]              KOKUSZKA. Pedro Martim. Nos Rastros dos Imigrantes Poloneses. Curitiba: Ed. Graf. Arins, 2000, p.155.
[2]              FOLHA DE TAMANDARÉ. Alm. Tamandaré é capa de talão de cheque Banestado. Ano II, nº 48, maio de 1987, p. 03. 

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