SEJAM BEM VINDOS!

Muitas ideias que expressavam sonhos. Muitos ideais que se manifestaram na simples reflexão de ser útil além das funções que exercemos ao menos por um instante. Várias alternativas a nossa frente e muitos obstáculos.

Um dia percebi que deveria ser útil universalmente, pensei e pensei como ascender a esta condição, pois, não possuía nenhum dom especial. No entanto, sou um homem que gosta de escrever. Explorei este caminho, pois as palavras e ideias são muito poderosas e podem servir para inspirar pessoas na sua trajetória vital.

Sou historiador um guardião da memória e pesquisador. Sou poeta de expressões líricas e sociais. Não sei se o que penso é certo ou errado, mas sei que aprendo e ensino dentro de um contexto imperfeito.

Este é meu universo virtual, um lugar de divulgação de minhas humildes e imperfeitas obras literárias e científicas.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

CONSIDERAÇÕES SOBRE A UFOLOGIA

Para quem se interessar no assunto "Ufologia" visite o endereço e leia a pesquisa!

Protoufologia

Esta manifestação não deixa de ser científica, no entanto as informações que partem desses estudos se caracterizam por possuírem contextos hipotéticos filosóficos a serem experimentados. São fatos a serem provados e identificados, mas não inexistentes. Os quais, só não são devido a falta ou efeito da impossibilidade da ciência atual prover meios para isto.
Da Protoufologia se originam diversas teorias ufológicas no que tange a própria falta de explicação plausível da ciência atual frente a alguns questionamentos históricos clássicos e teológicos. É o empirismo contextualizado ao senso comum. Um exemplo disto são os constantes questionamentos sobre monumentos egípcios, pré-colombianos, origem da vida, seres mitológicos e afins. Como também, as questionáveis mais válidas dentro de um contexto de liberdade de expressão, das “Teorias Conspiradoras”.  
Geralmente as informações desenvolvidas pela especulação protoufologica é a que mais produz elementos e teorias que inspiram as manifestações sensacionalistas propagadas pela mídia. Um exemplo é a própria criação do termo “disco voador” o qual foi pioneiramente identificado e propagado leigamente pela edição de 26 de junho 1947 do periódico Chicago Sun. Pois, apesar desta informação se referir a um avistamento real, existem contradições de contexto bem característicos quanto a informação que foi passada ao público. Pois, os textos das primeiras histórias noticiadas sobre o “Caso Kenneth Arnold (1947)” não mencionava o termo “prato voador” ou “disco voador”. Entretanto, histórias anteriores ao artigo que originou a popular denominação citam que Arnold usou os termos “prato”, “disco” e “forma de torta” para descrever os objetos avistados.
Porém, anos depois Kenneth Arnold alegou ter dito ao reporte William C. Bequette que “eles voavam erráticos, como um prato atirado pela superfície da água”. Arnold acreditava ter sido mal interpretado, já que sua descrição se referia ao movimento do objeto e não ao seu formato. Assim, Bequette frequentemente recebe os créditos por ter usado pela primeira vez o termo “disco voador”, supostamente numa interpretação equivocada do que disse Arnold, mas o termo não aparece nos primeiros artigos de Bequette. Na verdade, seu primeiro artigo de 25 de junho de 1947 diz somente “Ele disse ter avistado nove aeronaves que pareciam pires voando em formação...”, ou seja, apenas em 28 de junho 1947 Bequette usaria pela primeira vez o termo “disco voador” (mas não “prato voador”).
 A princípio Protoufologia não é Ufologia, é uma falsa ligação que se faz no que tange o desdobramento resultado da especulação científica e de senso comum. Pois, dos objetivos da Ufologia Ciência, o principal é identificar fenômenos ufos e posteriormente provar seu vínculo com o padrão extraterrestre, para depois definir ligações com outras teorias que o cerca. Na Protoufologia ocorre o contrário, ou seja, primeiro se manifesta a conclusão que um fenômeno é ufológico, e em seguida se procede na busca da prova para tal afirmação. Nesse sentido, esta questionável ação se torna o principal vetor de ligações de fatos fora da abrangência da Ufologia com a mesma.  Por efeito disso, o que é questionável em outros ramos do conhecimento acaba contaminando e se tornando um argumento contra o próprio estudo ufológico, ou seja, segue o mesmo princípio só que adaptado a circunstância supracitada descrito na “Teoria do fruto da árvore envenenada”.
Ou seja, a partir da ideia da Teoria do fruto da árvore envenenada, será considerado e relacionado a ideia que não é só a literalidade de se conseguir provas por meios ilícitos, no caso ufológico: sem a devida perícia, metodologia e análise feita por profissionais capacitados. Mas também, considera-se nesta perspectiva a situação em que uma circunstância ou informação de uma outra área de conhecimento ou cultural carregada de imperfeições e questionamentos ainda não esgotados tende a serem utilizados por protoufólogos e pseudosufólogos como sustentação de argumentos as suas teorias. Por efeito, a teoria ufológica não logra êxito, quando contaminada com a informação. Porém, mesmo assim é divulgada e propagada devido a falta de conhecimentos investigativos de quem a recepciona e por efeito a propaga.
Só para constar, em pesquisas da Ciência História, Geografia, Biologia,... entre outras, existem algumas regras básicas como: verificar e analisar as informações que são colhidas em bibliografias pesquisadas; tomar cuidado com teorias e informações refutadas ou superadas; e principalmente não concluir informações sem ter norteamento plausível.        
A Protoufologia possui um contexto embrionário a espera do surgimento de um paradigma que lhe possibilite a experimentação. Por ter um caráter exótico, místico e curioso, é explorada na integra por programas televisivos e bibliografias de questionável interesse em prol da ciência Ufologia. É uma manifestação que passa ao leigo a ideia que Ufologia se tipifica neste universo, quando na verdade o estudo ufológico se distancia do mesmo, pois, o que esta em foco é um contexto histórico, social ou científico, que é “enfeitado” com elementos ufológicos para ganhar uma nova perspectiva. 

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